sábado, 10 de janeiro de 2009

Palavras pra quê?

Câmera na minha mão, bandeira na dele.
...às vezes penso que não somos um povo, mas sim um público.(??)
Santa Catarina, Barra da Lagoa, 2008.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

pensando bem...

Cheguei a uma prévia conclusão :-P

A melhor e pior pretensão do ser humano é querer juntar as histórias e fazer uma só.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Castelos de Areia


Troco minha coleção de castelos de areia por uma bicicleta de alumínio.
Tratar aqui.
;-)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Quinta de 7


...não tive até o momento (a sorte?!) nem o talento contidos no bom senso das decisões que proporcionaram a ela fama, dinheiro e influência...





Hoje, em cartaz:
Bom senso: o cúmplice da sabedoria.

Esta virtude poderia vir para fechar com chave de ouro o tratado porque abrange todas as outras virtudes ou está contido nelas como ponto de partida ou chegada. Porém, como ainda faltam 2, ela vem pra dar graça à desordem, se antecipando, em destaque.

Pois bem, o bom senso!

"Aprender a ser moderado é a essência do bom senso e da verdadeira sabedoria. No entanto o homem consegue descobrir processos e desenvolver métodos de fuga à moderação." (Alfred Armand Montapert).

Algumas pessoas nascem moderadas; outras tornam-se após experimentar extremos e ainda, outras nunca virão a ser.
Xiii, nem sei se posso fazer essa ligação entre bom senso e moderação. Moderar é ter uma medida que talvez seja limitada demais em uma situação onde o bom senso manda "exagerar".

Duas considerações importantes:

-Vou usar um pouco do bom senso que tenho: Bom senso é sempre uma avaliação pessoal.

-Os únicos conceitos que eu considero ter fundamental ligação com o bom senso são: a Autonomia e o Pragmatismo.

Mas podemos arriscar alguns equívocos...
Bom senso pode ser definido como a forma de "filosofar" espontânea do homem comum, também chamada de "filosofia de vida", que supõe certa capacidade de organização e independência de quem analisa a experiência de vida cotidiana. É a escolha de alguns critérios para decidir sobre os problemas e dúvidas encontrados. Criteriosidade, porém, pouco rigorosa. Mesmo não tendo acesso à filosofia e à ciência, alguns homens são capazes de desenvolver um senso crítico, uma sabedoria de vida, por meio da qual podem assumir uma postura de certa independência em relação à avalanche de informações e pressões ideológicas que os cercam a todo instante.
O bom senso possibilita avaliar, com certo grau de crítica, o transcorrer dos fatos e a maneira vulgar de pensar.
Refere-se ao ato de raciocinar o abstrato contido no comportamento humano visando um equilíbrio (juízo claro, prudência, etc).

Einstein nos disse que Deus não joga dados com o Universo. Então, considerando essa quase afirmação, sabemos que o acaso não existe, que a sorte não está lançada e que precisaremos do bom senso para traçar um caminho de realizações. E sabe, por mais que as teorias desse ser, que tanto contribuiu com a humanidade, sejam complexas, parece provável que ele revelasse a não-fórmula ideal da essência humana: sensibilidade e simplicidade.
**Pra quem tem tempo e interesse, existe um blog(psychodynamics) muito interessante sobre psicanálise. Tem algumas idéias sobre bom senso.

Assim, o "humanismo", neste contexto, não tem nada que ver com o amor, mas sim com a liberdade de espírito, com o alimento da mente e não dos corações. E muito menos a ver com a "caridade" católica, que quanto a mim é apenas uma forma de perpetuar as injustiças e abusos sociais artificiais e produzidos pelas tiranias, aliviando um pouco a culpa.
Ai, lá vou eu com as misturas audaciosas...rsrs.
Quanto à crítica da "caridade católica" Nitschze argumentou muito bem na sua grande obra "O Anti-Cristo" e o Papa tem de comer ainda muito bacalhau filosófico e literário para as refutar. Vale acrescentar o preâmbulo da carta dos direitos humanos, a qual considero a forma publicada em senso comum e bom senso do que considero a "humanidade" e o homem comum:



[...] um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade foi proclamado como a mais alta aspiração do homem comum [...]

Fácil falar...Fácil escrever...
Difícil é equilibrar a ação e o senso em direção ao melhor.









Até as perguntas(ou as galinhas) evoluem.

É ultrapassado perguntar: por que a galinha atravessou a rua? Estamos carecas de saber.
Agora é: como ela chegou do outro lado?

kkk...é...tô com tempo...rsrs

Péssimo presente de Natal...


sábado, 15 de novembro de 2008

Sou um pedaço de tudo...
Um inteiro no infinito;
O pirulito colorido e a goma ácida da laranja
verde;
A luz da lanterna no escuro e o tom desbotado, causado pelo Sol, na camisa velha;
A música de melodia suave e o som de um temporal que se aproxima;
As mãos de uma dançarina de flamenco e os pés de uma bailarina;
O choro, a lágrima, a gargalhada e o riso;
Tudo numa harmonia desequilibrada...
Desinteressada nos porquês...
Vivendo apenas o quê
Tudo em pedaços inteiros.

Eu